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  • Dra. Roberta França

MINHA MEMÓRIA NÃO É MAIS A MESMA. E AGORA?


Atualmente a queixa mais comum nos consultórios de geriatria e nas demais especialidades tem haver com perda de memória.

No entanto 59% dessas queixas não são detectáveis nos testes de rastreio de rotina. Provavelmente porque as queixas estão mais relacionadas ao medo de se ter algum processo demencial futuro que algum déficit propriamente dito.

Claro que toda queixa deve ser considerada e avaliada.

Algumas condições associadas devem ser levadas em consideração:

- envelhecimento normal : raramente conseguimos manter nossa memória perfeita a vida inteira sem nenhum lapso ao longo dos anos.

- desordens do sono: dormir é fundamental. Sem sono não há memória. Muitas pessoas tem melhora total das queixas de memória após tratamento da insônia.

- condições psiquiátricas : depressão, transtornos de ansiedade, pânico e bipolaridade comprometem e muito a atenção, aprendizado e memória.

- doenças clínicas: diabetes, hipertensão, hipercolesterolemia são doenças que comprometem o metabolismo e a circulação e consequentemente a oxigenação cerebral.

Até agora não temos instrumentos de rastreio ou métodos de avaliação eficazes até que haja prejuízo real da memória.

Enquanto as queixas são apenas de perda esporádica de objetos e esquecimento de nomes de lugares ou artistas cabe a nós manter uma boa vigilância e observação.

Manter as doenças clínicas sobre controle, ter boa higiene do sono e procurar ter uma vida com mínimo de stress e máximo em alegria

Afinal... esquecer é normal! Quem nunca?

Dra Roberta França

Medicina Geriátrica

www.cantinhodageriatria.com.br

#RobertaFrança

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CANTINHO DA GERIATRIA

Textos e artigos da Dra. Roberta França

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