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  • Ana Mendes

QUE TAL UM FILMINHO ?


Vamos aproveitar as férias e reunir a turma para assistir um bom filme com pipoca.

Para entendermos melhor nossos entes queridos, listei 13 filmes que abordam acontecimentos de história, atualidades e questões sociais relevantes.

Tenho certeza que você vai se identificar com um deles.

FILMES

APHASIA

A afasia afeta a capacidade de falar e de compreender a fala de outras pessoas. Muitas pessoas com afasia apresentam dificuldades também para ler e para escrever. Como a afasia não afeta a inteligência, as pessoas afásicas se tornam marginalizadas, isoladas de um mundo logocêntrico que privilegia a comunicação.

Carl McIntyre, vendedor bem sucedido e professor querido pelos alunos, além de ator ocasional, tornou-se afásico.

Afasia é a história verdadeira de Carl McIntyre que, após sofrer um extenso AVC em 2005 e perder a capacidade de ler, escrever e falar luta contra essa esmagadora incapacidade para redefinir sua vida.

Após o AVC, foi dado a Carl um prazo de 18 meses para sua recuperação. Foi-lhe dito que, após este período, haveria pouca ou praticamente nenhuma melhora. Carl aceitou o desafio e, com isso, ultrapassou as expectativas da maioria dos especialistas.

Embora sua fala continue afetada pela afasia, Carl é um brilhante exemplo de perseveração, determinação e motivação. Ele mostra humor, emoção e um surpreendente estado de espírito para enfrentar os obstáculos. E inspirar a plateia a fazer o mesmo em suas vidas.

A ARTE DE VIVER

Esse filme não discute apenas o envelhecimento e as relações familiares, mas também a capacidade (e a dificuldade) de adaptação frente a mudanças e ao inesperado e as possibilidades de reinserção familiar e de inclusão social.

AMOR

Amor narra à delicada história de um casal de aposentados que costumava dar aulas de música. Certo dia, Anne sofre um derrame e fica com um lado do seu corpo totalmente paralisado. O quadro piora cada vez mais quando Anne começa a desenvolver uma demência. Sua única filha, que também é musicista, vive em outro país com sua família, e os idosos se veem enfrentando diversos obstáculos que a vida os impõe, inclusive testando o amor entre eles.

O ESCAFANDRO E A BORBOLETA

Jean-Dominique Bauby (Mathieu Amalric) tem 43 anos, é editor da revista Elle e um apaixonado pela vida. Mas, subitamente, tem um derrame cerebral. Vinte dias depois, ele acorda. Ainda está lúcido, mas sofre de uma rara paralisia: o único movimento que lhe resta no corpo é o do olho esquerdo. Bauby se recusa a aceitar seu destino. Aprende a se comunicar piscando letras do alfabeto, e forma palavras, frases e até parágrafos. Cria um mundo próprio, contando com aquilo que não se paralisou: sua imaginação e sua memória.

AS PALAVRAS PERDIDAS

Repentinamente, de um dia para outro, uma pessoa pode tornar-se incapaz de falar, de articular, de encontrar palavras que queira dizer ou mesmo de escolher essas palavras para formar frases. Esta incapacidade, de severidade variável, pode ocorrer como consequência de um Acidente Vascular Cerebral ou de um Traumatismo Cranioencefálico. Em 1992, em quatro países diferentes (Quebec/Canadá, França, Suíça e Bélgica), vários afásicos participaram de oficinas de escrita para a elaboração do roteiro do filme “Les mots perdus”. Este filme atinge uma dupla conquista: familiarizar o público com a afasia e devolver a palavra àqueles que a perderam. “As Palavras Perdidas” coloca em cena não atores afásicos que interpretam seu próprio papel. Alguns atores profissionais contracenam com os afásicos.

O sucesso deste filme reside na própria expressão dos afásicos que nos conduz, de maneira tocante e por vezes humorada, para dentro da prisão que é a afasia. São quatro histórias em quatro estações: a de Nicole acontece no inverno, em Quebec; a de Marie, em Paris na primavera; a de Catherine, no verão da Suíça e a de Jacques, na Bélgica durante o outono. Embora vivam em quatro países diferentes, eles vivem no mesmo mundo: o da afasia.

EU HEI DE FALAR NOVAMENTE

As pessoas afásicas, suas famílias e os profissionais de saúde contam neste documentário suas experiências, desde o hospital ao retorno à vida cotidiana.

Como resgatar seu lugar numa sociedade que não mais o reconhece?

É especialmente com a ajuda de fonoaudiólogos, graças ao suporte da família, amigos e colegas e, sobretudo, com uma vontade de viver incrível que os afásicos melhoram e retomam suas vidas, apesar das diferenças.

“Je reparlerai” conta a história destas pessoas, para quem falar é um desafio de todos os dias.

CLARITA

Narrado na primeira pessoa, e baseado na história da mãe da diretora, portadora da Doença de Alzheimer, o documentário apresenta reflexões e questionamentos sobre o sentido da vida e a convivência com a morte. O documentário alterna imagens filmadas com sua mãe e reconstituições feitas com a atriz Laura Cardoso.

IRIS

A trama se passa em duas épocas distintas, mostrando desde o momento em que o casal se conheceu na juventude, até as dificuldades que enfrentam na velhice, quando Iris se descobre com mal de Alzheimer.

Conor Casey, 38 anos, sofre um Acidente Vascular Cerebral que compromete seu comportamento.

A esposa, Vanetia, reconstrói sua vida após o AVC de Conor, quando um médico americano viaja para a Irlanda para estudar e documentar o processo de recuperação do casal e da família.

PARA SEMPRE ALICE

O filme conta a história de uma renomada professora de linguística, Alice Howland, uma mulher bem casada e mãe de três filhos, que aos cinquenta anos começa a esquecer das palavras, a se perder pelas ruas de Manhattan e logo tem o diagnóstico de Doença de Alzheimer. Para enfrentar o problema, a família de Alice terá de reafirmar os seus laços de ternura, em especial a filha Lydia, com quem sempre teve uma relação complicada.

Com mais de 30 prêmios por sua atuação em Para Sempre Alice, Julianne Moore interpreta a Dra. Alice Howland, uma renomada professora de linguística que aos poucos começa a esquecer de certas palavras e se perder pelas ruas de Manhattan. Quando diagnosticada com Alzheimer, a doença coloca em prova a força de sua família e sua relação com o marido, John (Alec Baldwin). Além de reaproximá-la da filha caçula, Lydia, interpretada pela atriz Kristen Stewart.

LONGE DELA

Companheiro de toda uma vida apenas como um amigo. Seu marido precisa aceitar este papel que a esposa lhe atribui para poder ajudá-la a manter presente a memória de seu passado. » Trailer Away From Her – Canadá, 2006 Grant (Gordon Pinsent) e Fiona (Julie Christie) formam um casal feliz que tem sua vida abalada quando ela começa a apresentar alguns sintomas, como perda de memória.

AURORA BOREAL

Aurora Boreal é aquele tipo de filme em que você não consegue segurar as lagrimas. Com uma trama complicada que aborda a relação de um neto com seus avós, o filme apresenta a história de um rapaz instável de 25 anos que não consegue se fixar em um emprego. Seu avô está desenvolvendo Alzheimer rapidamente e, para ficar perto de sua família – após a morte de seus pais – o jovem começa a trabalhar na instituição onde os avós estão vivendo.

DIÁRIO DE UMA PAIXÃO

Baseado no livro homônimo de Nicholas Sparks, Diário de uma Paixão, o filme narra a emocionante história de um homem que todos os dias visitam uma senhora que possui sérios problemas de saúde, incluíndo uma demência. Durante as visitas, o homem lê para a senhora um capítulo de uma linda história de amor. Esse estímulo faz com que ela consiga redescobrir o prazer das emoções, conseguindo até mesmo relembrar histórias da sua própria juventude.

A MÚSICA E O SILÊNCIO

Lara sempre serviu de intérprete para seus pais surdos, ajudando-os a fazer telefonemas, negociações bancárias, entre outras coisas, enfim ajudando-os cotidianamente a se comunicar com os outros. A mãe se relaciona bem com Lara, mas o pai revela certo ciúme em relação à filha. Lara é uma pessoa madura e responsável em seus cuidados com os pais e demonstra grande talento musical. Ao reencontrar sua tia Clarissa (irmã de seu pai), uma clarinetista de jazz, Lara ganha seu primeiro clarinete e é incentivada a seguir a carreira musical. Decidida, Lara se muda para Berlim e passa a morar com a tia. As mudanças nas relações familiares geram conflito, mas também novos laços e papéis.

Ana Mendes

Fonoaudióloga CRF nº3025 RJ

Contato.anamendes.br@gmail.com

Cel (21)999731439

www.cantinhodageriatria.com.br

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CANTINHO DA GERIATRIA

Textos e artigos da Dra. Roberta França

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