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  • Christina Borges

Um Cérebro Ativo é um Cérebro Saudável!


“Use-o ou perca-o – um cérebro ativo é um cérebro saudável”!

Essa é uma máxima que ouvimos o tempo todo quando se fala de memória, esquecimentos, cérebro. Um pouco antes do início do século XXI, em 2000, o neurocientista americano Lawrence Katz propôs que assim como existem exercícios aeróbicos para o corpo, as pessoas também deveriam começar a fazer exercícios específicos para o cérebro, que ele chamou de “neuróbica”. Isso porque a ideia é reforçar as conexões entre as diferentes áreas do cérebro, assim como no exercício físico são trabalhados diferentes grupos musculares ao mesmo tempo.

Essa ideia é baseada em descobertas científicas que demonstram que o cérebro se reorganiza o tempo todo, de acordo com a experiência dos sentidos forçando o uso das funções cognitivas. O objetivo dos exercícios é evitar o declínio, ajudando a manter um nível estável de capacidade de memorização, flexibilidade mental, atenção, apesar do passar dos anos. A proposta é usar os cinco sentidos para estimular a tendência natural do cérebro de formar associações entre os diferentes tipos de informação.

O mundo chega até nós pelos sentidos. É por meio deles que percebemos o que está à nossa volta. Estamos o tempo todo recebendo informações auditivas, visuais, olfativas, gustativas e táteis. Só que não nos damos conta, nem pensamos durante todo o dia o que estamos sentido. Mas é importante que você fique mais atento aos estímulos do ambiente, às sensações e procurar focar mais na atenção.

Isso porque a atenção tem um papel muito importante no nosso cotidiano. As diversas funções cognitivas dependem da atenção, em especial a memória. Uma das características da atenção é a dependência do interesse, da motivação e da necessidade em relação a uma tarefa que você tem pra realizar. Então, se você não está atento não vai registrar aquela informação. E, portanto, quando quiser acessar aquele recado, a notícia, o nome do atendente da loja, lá na sua memória, não vai encontrar.

A atenção está relacionada com a concentração, a observação, a capacidade de focalizar e também ignorar os estímulos que distraem. Assim, quando você for realizar alguma tarefa que dependa da atenção observe como está o ambiente ao seu redor. Se houver muito barulho, muitos estímulos visuais procure se concentrar, selecionar e buscar manter controle da informação que você está recebendo. Algumas vezes, até o pensamento, as preocupações geradas internamente também ajudam a desviar o foco da atenção.

Observe e identifique o que pode estar prejudicando a sua atenção. Algumas vezes pode acontecer de ter um prejuízo da audição ou da visão, que começa de forma leve e gradativa, de maneira que não consiga perceber de imediato. Uma pessoa que não está ouvindo ou enxergando bem, perde informações que atrapalham a compreensão. Além de desestimular a leitura, uma conversa e pode levar ao abandono de atividades que gosta, ou mesmo ao isolamento. E o déficit auditivo ou visual, na maioria das vezes pode ser corrigido, é só procurar ajuda especializada.

Mas agora é hora de colocar o cérebro para funcionar! Sair do piloto automático, fazendo com que o cérebro vá além dos seus limites. Porque sabemos que quando estimulado, o cérebro responde e melhora seu desempenho. Assim como também ocorre com a atenção. Vou deixar um desafio que tem haver com a atenção. Quero que você observe a figura e tente descobrir quantos animais podem ser vistos, ok? Boa sorte! Até a próxima!

Christina Borges – Psicóloga - Mestre em Psicóloga Clínica/Neurociências

Cérebro Ativo – https://www.facebook.com/cerebroativopsi/

Tel: (21) 98581.2121

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CANTINHO DA GERIATRIA

Textos e artigos da Dra. Roberta França

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